CONTE SUA HISTÓRIA

Caso Maravilha – 3ª Parte – Jair Queiroz

Caso Maravilha – 3ª Parte – Jair Queiroz

Bem, amigos! Creio que todos leram aqui minhas aventuras relativas ao Caso Maravilha, partes I e II. Nessa nova narrativa encerro esse caso. Quando achava que tudo estava concluído, os culpados presos, a jornada cumprida e que era chegada a hora de retornar para a Capital, eis que recebo mais uma missão: Localizar uma das principais testemunhas, um “mateiro” que havia sido detido e torturado na Delegacia para que confessasse o crime que na verdade havia sido praticado pelos seus próprios algozes. O homem, de Continue lendo

Francisco Alves Cipriano e mais uma de suas histórias na Polícia Civil

Francisco Alves Cipriano e mais uma de suas histórias na Polícia Civil

  Nas minhas histórias sempre falo sobre taxi pelo fato de eu ter trabalhado como taxista antes de entrar para polícia e mesmo não trabalhando mais como taxista,  assim mesmo continuei usando o taxi e sempre que chegava no primeiro Distrito Policial estacionava o taxi do outro lado da rua e por isso a maioria das pessoas entendiam que eu estava esperando passageiro. Um dia um colega taxista me perguntou se eu estava tendo problemas com a polícia, pois tinha visto por três dias seguidos Continue lendo

Pedro Marinho – O dia em sozinho que sozinho tive que escoltar um homicida preso no Estado de São Paulo até Rondônia

Pedro Marinho – O dia em sozinho que sozinho tive que escoltar um homicida preso no Estado de São Paulo até Rondônia

   Certa feita me encontrava como diretor da Policia Metropolitana, quando no final da tarde fui chamado as pressas ao Gabinete do Diretor Geral de Polícia e ali me disse o diretor Francisco Esmone Teixeira, que por ordens do então governador e do secretario de Segurança, tinha uma missão sigilosa para que eu realizasse no Estado de São Paulo, mais precisamente na capital. Na ocasião disse-me o mesmo, que eu teria que ainda naquela noite viajar sozinho para buscar um irmão de uma grande autoridade Continue lendo

Pedro Marinho – O dia em que o cantor Tim Maia precisou da Polícia Civil de Rondônia

Pedro Marinho – O dia em que o cantor Tim Maia precisou da Polícia Civil de Rondônia

  Numa das vezes em que eu ocupava o cargo de Diretor de Policia Metropolitana o telefone tocou e do outro lado ouvi uma voz muito forte, que me pareceu bem familiar. Ao falar a pessoa foi logo dizendo: Dr. Pedro Marinho, aqui é Sebastião Maia e eu gostaria de denunciar que ai em Porto Velho, estão anunciando indevidamente um show meu sem que isso seja verdade. Então eu falei: ‘Espera, mas quem fala ai’, tendo o mesmo para a minha surpresa respondido: ‘Dr. É Continue lendo

Pedro Marinho – O dia em que um seqüestrador telefonou para o secretário da Casa Civil do Governo de Rondônia

Pedro Marinho – O dia em que um seqüestrador telefonou para o secretário da Casa Civil do Governo de Rondônia

No ano de 1996 dois indivíduos ousados assaltaram um posto bancário que funcionava exatamente no prédio do Fórum Criminal de Porto Velho, cujo órgão era sempre muito movimentado, inclusive freqüentado por policiais que faziam escolta de presos. Naquela ocasião dois policiais que estavam participando de uma audiência saíram em perseguição dos mesmos e dado voz prisão dois aos ladrões quando eles tentavam fugiam numa moto, tendo o individuo que viajava como carona atirado e  no revide dos policiais sido morto, enquanto o condutor da moto, Continue lendo

Francisco Alves Cipriano – Bons tempos em que as polícias eram respeitadas por todos

Francisco Alves Cipriano – Bons tempos em que as polícias eram respeitadas por todos

  Desta feita vou nesta coluna contar alguns casos que eram bem comuns no passado, quando estávamos de plantão e que mesmo com pequeno efetivo, íamos até o local das ocorrências e éramos ouvidos e respeitados.  Na década de 80 foi inaugurada na Avenida 7 de Setembro, uma loja exclusiva de artigos feminino, para trabalhar nela foram contratadas pessoas do sexo feminino, entre elas uma moça que residia no bairro Triângulo. Por motivo de ciúmes, o marido da mesma não permitia que ela trabalhasse, mesmo Continue lendo