Polícia Federal abre concurso para 600 vagas, salários vão até R$ 14 mil

A Polícia Federal abriu concurso público para preencher 600 vagas, sendo 350 oportunidades para o cargo de escrivão, 150 vagas para delegado e 100 vagas para o trabalho de perito criminal. Todas as vagas exigem ensino superior, carteira de habilitação “b” e são para uma jornada de 40h semanais nos Estados do Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rondônia e Roraima e em algumas unidades de fronteira. Já os salários vão até R$ 14 mil.

De acordo com a Universidade de Brasília (UNB), que organiza o concurso público, o cargo de escrivão tem 350 vagas abertas, sendo 18 reservadas para candidatos com deficiência. As oportunidades exigem formação em nível superior em qualquer área e tem remuneração de R$ R$ 7.514,33. A taxa de inscrição é de R$ 125.

Outras 150 vagas serão destinadas ao cargo de delegado, das quais oito serão reservadas para candidatos com deficiência, sendo que a taxa de inscrição é de R$ 150. Para tal cargo, é necessário formação em Direito. O salário é de R$ 14.037,11.

Para as 100 vagas de perito criminal, que também têm remuneração de R$ 14.037,11, há doze diferentes áreas de atuação e que exigem também formações acadêmicas diversas, como Ciências Contábeis ou Ciências Econômicas; Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Telecomunicações ou Engenharia de Redes de Comunicação, Ciências da Computação, Informática, Análise de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia Agronômica, Geologia, Engenharia Química, Química Industrial ou Química, Biomedicina ou Ciências Biológicas, Medicina, Odontologia e Farmácia. O valor da inscrição é de R$ 150.

Os interessados deverão se inscrever através do site http://www.cespe.unb.br/concursos/ até o dia 3 de junho deste ano, sendo que o concurso será dividido entre provas objetivas e discursivas. As vagas destinadas às pessoas com deficiência correspondem a 5% do total. Este mesmo concurso havia sido suspenso em julho do ano passado por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).

Fonte: Terra