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Ex-embaixador exorta Bolsonaro e Trump a se unirem contra o crime e ‘narcoEstados’ 20.01.2020   Não é batalha entre direita e esquerda, “mas entre o certo e o errado”, diz Roger Noriega  Ex-embaixador exorta Bolsonaro e Trump a se unirem contra o crime e ‘narcoEstados’ Roger Noriega, ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) e ex-secretário de Estado adjunto – Foto. Gage Skidmore.  O ex-embaixador norte-americano na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega defende o estabelecimento de uma aliança dos “dois pesos pesados no hemisfério ocidental, Brasil e Estados Unidos, para enfrentar o que chama de “redes criminais globais e regimes que lucram com a desordem”.  Em artigo publicado nos EUA e reproduzido no Diário do Poder, ele exortou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro a “demonstrar sua influência” convencendo o presidente Donald Trump de que é uma boa política defender valores e instituições “do crime organizado e do bandido”. O artigo publicado originalmente no RealClearWorld, de Chicago.  “Esta não é uma batalha entre a direita e a esquerda, mas entre o certo e o errado”, afirma o ex-embaixador. “O crime organizado transnacional, com US$2,2 trilhões em receita anual em todo o mundo, está otimizando a cadeia de suprimentos de bens ilícitos para o mercado norte-americano. Explora moedas regionais, bancos, negócios, infraestrutura e redes de comunicação”, diz.  ele chegou á conclusão de que essa iniciativa Brasília-Washington faz sentido. “As duas maiores economias das Américas têm mais a ganhar com cada governo que se esforça para defender a democracia, o Estado de direito e o livre mercado – em casa e à sua porta”, escreveu.  Venezuela, um narcoEstado “Assim como uma aliança foi criada para combater a ameaça soviética, os líderes de hoje devem enfrentar inimigos que estão atacando a democracia, o Estado de Direito, o comércio honesto e até a harmonia social”, diz ele, que por 4 anos foi Secretário de Estado Adjunto dos EUA para Assuntos do Hemisfério Ocidental.  O diplomata considera que as “sementes” dessa crise foram plantadas há 20 anos, “quando líderes populistas da Venezuela, Bolívia e Equador torpedearam uma aliança antidrogas promovida pelo ex-presidente dos EUA George W. Bush e presidentes andinos.”  “Para combater os esforços dos EUA”, explica, “o caudilho venezuelano Hugo Chávez construiu instituições financeiras e redes criminosas corruptas”, lembra Noriega. “Apoiado por conselheiros cubanos, oportunistas russos e financiadores chineses, Chávez converteu a Venezuela em um narcoEstado que desestabiliza todos os países ao seu redor.”  Desmantelando redes criminosas Roger Noriega adverte para o fato de as mais recentes ondas de protestos no continente, apesar de ligadas a questões domésticas, “não há dúvida de que países e grupos subversivos com vastos recursos podem se beneficiar de um colapso na ordem política e social.”  O presidente colombiano Ivan Duque “está trabalhando para reverter o forte crescimento na produção de coca causado pelas políticas branda de seu antecessor”, afirma Noriega, que cita também sua “linha dura” daquele presidente contra guerrilheiros “que são abertamente encorajados pelo narco-regime da Venezuela”.  O Brasil e os Estados Unidos devem apoiar os líderes da lei e da ordem e reforçar políticas semelhantes, defende o diplomata. “Uma aliança promovida por uma potência latino-americana estaria bem posicionada para pressionar o presidente não ortodoxo e irascível do México e os líderes não testados da América Central a pressionar seu peso contra os gângsteres globais.”  Para ele, uma nova aliança poderia desafiar os vizinhos a adotar as melhores práticas para desmantelar redes criminosas: encontrar, congelar e apreender vastas fortunas ilegais enquanto protegia fronteiras contra bandidos e armas. Entre os parceiros mais confiáveis, a aliança poderia patrocinar operações de compartilhamento de informações e aplicação da lei através das fronteiras.     Diariodopoder.com.br
segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Ex-embaixador exorta Bolsonaro e Trump a se unirem contra o crime e ‘narcoEstados’ 20.01.2020 Não é batalha entre direita e esquerda, “mas entre o certo e o errado”, diz Roger Noriega Ex-embaixador exorta Bolsonaro e Trump a se unirem contra o crime e ‘narcoEstados’ Roger Noriega, ex-embaixador dos Estados Unidos na Organização dos Estados Americanos (OEA) e ex-secretário de Estado adjunto – Foto. Gage Skidmore. O ex-embaixador norte-americano na Organização dos Estados Americanos (OEA) Roger Noriega defende o estabelecimento de uma aliança dos “dois pesos pesados no hemisfério ocidental, Brasil e Estados Unidos, para enfrentar o que chama de “redes criminais globais e regimes que lucram com a desordem”. Em artigo publicado nos EUA e reproduzido no Diário do Poder, ele exortou o presidente brasileiro Jair Bolsonaro a “demonstrar sua influência” convencendo o presidente Donald Trump de que é uma boa política defender valores e instituições “do crime organizado e do bandido”. O artigo publicado originalmente no RealClearWorld, de Chicago. “Esta não é uma batalha entre a direita e a esquerda, mas entre o certo e o errado”, afirma o ex-embaixador. “O crime organizado transnacional, com US$2,2 trilhões em receita anual em todo o mundo, está otimizando a cadeia de suprimentos de bens ilícitos para o mercado norte-americano. Explora moedas regionais, bancos, negócios, infraestrutura e redes de comunicação”, diz. ele chegou á conclusão de que essa iniciativa Brasília-Washington faz sentido. “As duas maiores economias das Américas têm mais a ganhar com cada governo que se esforça para defender a democracia, o Estado de direito e o livre mercado – em casa e à sua porta”, escreveu. Venezuela, um narcoEstado “Assim como uma aliança foi criada para combater a ameaça soviética, os líderes de hoje devem enfrentar inimigos que estão atacando a democracia, o Estado de Direito, o comércio honesto e até a harmonia social”, diz ele, que por 4 anos foi Secretário de Estado Adjunto dos EUA para Assuntos do Hemisfério Ocidental. O diplomata considera que as “sementes” dessa crise foram plantadas há 20 anos, “quando líderes populistas da Venezuela, Bolívia e Equador torpedearam uma aliança antidrogas promovida pelo ex-presidente dos EUA George W. Bush e presidentes andinos.” “Para combater os esforços dos EUA”, explica, “o caudilho venezuelano Hugo Chávez construiu instituições financeiras e redes criminosas corruptas”, lembra Noriega. “Apoiado por conselheiros cubanos, oportunistas russos e financiadores chineses, Chávez converteu a Venezuela em um narcoEstado que desestabiliza todos os países ao seu redor.” Desmantelando redes criminosas Roger Noriega adverte para o fato de as mais recentes ondas de protestos no continente, apesar de ligadas a questões domésticas, “não há dúvida de que países e grupos subversivos com vastos recursos podem se beneficiar de um colapso na ordem política e social.” O presidente colombiano Ivan Duque “está trabalhando para reverter o forte crescimento na produção de coca causado pelas políticas branda de seu antecessor”, afirma Noriega, que cita também sua “linha dura” daquele presidente contra guerrilheiros “que são abertamente encorajados pelo narco-regime da Venezuela”. O Brasil e os Estados Unidos devem apoiar os líderes da lei e da ordem e reforçar políticas semelhantes, defende o diplomata. “Uma aliança promovida por uma potência latino-americana estaria bem posicionada para pressionar o presidente não ortodoxo e irascível do México e os líderes não testados da América Central a pressionar seu peso contra os gângsteres globais.” Para ele, uma nova aliança poderia desafiar os vizinhos a adotar as melhores práticas para desmantelar redes criminosas: encontrar, congelar e apreender vastas fortunas ilegais enquanto protegia fronteiras contra bandidos e armas. Entre os parceiros mais confiáveis, a aliança poderia patrocinar operações de compartilhamento de informações e aplicação da lei através das fronteiras. Diariodopoder.com.br

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