Bolsonaro quer que PM mate ainda mais no Brasil

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    O polêmico deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) mais uma vez quebrou o decoro parlamentar ao defender a execução sumária de suspeitos pela Polícia Militar. O deputado, antes de ofender os funcionários da Anistia Internacional, afirmou que a alta letalidade policial no Brasil ainda é pequena, mesmo que nós tenhamos umas das polícias que mais mata no mundo. “Eu acho que essa Polícia Militar do Brasil tinha que matar é mais”, afirmou

    Favela 247 –O polêmico deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) mais uma vez quebrou o decoro parlamentar ao defender a execução sumária de suspeitos pela Polícia Militar. O deputado, antes de ofender os funcionários da Anistia Internacional, afirmou que a alta letalidade policial no Brasil ainda é pequena, mesmo que nós tenhamos umas das polícias que mais mata no mundo.

    Em vídeo postado pelo seu filho, o também deputado Eduardo Bolsonaro (PSC-SP), o parlamentar fluminense afirmou que “violência se combate com violência”, e não com bandeiras de direitos humanos, como as defendidas pela Anistia Internacional: “Eu acho que essa Polícia Militar do Brasil tinha que matar é mais. Quase metade dessas mortes são em combate, em missão. Então, a Anistia Internacional está na contramão do que realmente precisa a segurança pública do nosso país”, afirmou.

    Dados da 9ª edição do Anuário de Segurança Pública, publicados pela Folha de S. Paulo, mostram que 3.022 pessoas foram mortas por policiais no Brasil em 2014 – uma média de oito por dia. Em 2015, só a PM de São Paulo já matou mais de 570 pessoas, e caminha para bater o recorde do ano passado, quando matou quase 1 mil.

    Para Bolsonaro, a Anistia Internacional é formada por “canalhas” e “idiotas”: “Esses canalhas tinham que ensinar na prática como o policial militar tem que agir. O policial vai ter que decidir entre reagir e ir pra cadeia e não reagir e ir para o cemitério. Esse pessoal da Anistia, se um dia eu tiver um mandato presidencial, vocês não vão mais interferir na nossa vida interna aqui do nosso país. O marginal só respeita o que ele teme”, analisou.

    Segundo do deputado, é preciso “dar segurança jurídica” para que a polícia possa matar ainda mais: “Eu tenho um projeto aqui na Câmara, se alguém está roubando uma bicicleta, se eu atirar naquele vagabundo, eu não respondo por crime nenhum. Eu não sou mais passível de ser punido”, afirmou o deputado.

    Questionado sobre o episódio registrado em São Paulo recentemente, quando um PM foi filmado jogando um suspeito de ter cometido um roubo do telhado de uma casa, Bolsonaro afirmou: “Tinha que ser um prédio, ok? Infelizmente foi de uma casa. O vagabundo respeitando o policial, não vai virar esse tipo de ações, pode ter certeza”.
    Com informações da revista Exame.


     


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