PSDB apela contra Dilma e dispara: ‘‘mãe do Petrolão‘

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O Instituto Teotônio Vilela, que, supostamente, deveria formular políticas públicas para o PSDB, acabou se transformando em trincheira para os mais agressivos ataques à presidente Dilma Rousseff; nesta-segunda-feira, um texto do ITV a rotula como ‘mãe do petrolão‘; artigo chama Dilma de ‘chefe de facção‘, ataca o ‘banditismo petista‘ e afirma ainda que a presidente não está à altura do País, numa provocação golpista; “Dilma cumpre papel num script que lhe foi ditado pelo marketing e pelo seu tutor. Definitivamente não sabe o que fazer diante da roubalheira sistêmica que se espalhou no aparato estatal como cancro, sob seu nariz e com o seu beneplácito, institucionalizada pelo PT”, diz o texto; peça-chave na redemocratização do País, Teotônio Vilela deve estar se revirando no túmulo com o que foi feito do ITV na gestão do senador Aécio Neves à frente do PSDB
247 – Oficialmente, o Instituto Teotônio Vilela é um ‘think tank‘ criado pelo PSDB para formular políticas públicas. Leva o nome de um político que ficou conhecido como ‘Menestrel das Alagoas‘ por seu papel decisivo na redemocratização do País e na luta pelas Diretas-Já. Hoje, Teotônio Vilela deve estar se revirando no túmulo com o que foi feito do ITV. O instituto, sob a gestão do senador Aécio Neves no PSDB, se tornou biombo para os mais virulentos ataques à presidente Dilma Rousseff e ao seu governo. Texto desta segunda-feira a rotula como ‘chefe de facção‘ e ainda a chama de ‘mãe do petrolão‘. Confira:

“A mãe do petrolão”, análise do ITV

Dilma Rousseff finalmente deixou de lado um silêncio que já durava dois meses. Diante do que falou na última sexta-feira, porém, melhor teria feito se tivesse continuado calada. Se ainda havia dúvidas, a presidente da República mostrou não estar à altura do cargo que ocupa e dos desafios que precisa vencer. Mais parece uma marionete, num momento em que o país clama por um líder.

Depois de seu mutismo, esperava-se que Dilma reaparecesse para dar ao país sua visão sobre os rumos que pretende imprimir ao governo para superar as enormes dificuldades que ela mesma criou para os brasileiros. Mas não; o que se viu foi uma presidente se comportando como animadora de auditório, líder de torcida, chefe de facção.

Afirmar que o problema da roubalheira da Petrobras repousa no que supostamente aconteceu na empresa quase duas décadas atrás é afrontar a inteligência dos brasileiros, desrespeitar a nação e zombar das instituições. Mais que isso, desnuda a inaptidão de Dilma para estar na função que exerce. Dilma não está à altura do Brasil.

Culpar o passado é a saída mais óbvia de quem está mergulhado num presente de apuros. Como presidente do conselho de administração da Petrobras por quase oito anos, Dilma foi uma espécie de mãe do petrolão. Cabe a ela e ao PT responder pelos 12 anos de assalto do partido à empresa, durante os quais, segundo revelações da Operação Lava Jato, meio bilhão de reais foram desviados para os cofres petistas.

O PT teve três mandatos para apurar o que supostamente teria acontecido de errado no Brasil antes da chegada do partido ao poder, em especial na Petrobras. Se não o fez, das duas uma: ou não encontrou nada errado, o que é mais provável, ou não quis investigar e punir eventuais culpados, o que constitui crime de prevaricação. O óbvio: os problemas não estão no passado; estão no presente, vivíssimos.

A tática do “pega, ladrão”, tão bem caracterizada pelo presidente Fernando Henrique, é usual no petismo. Sempre que flagrados com a boca na botija, o que tem sido cada vez mais comum, os partidários do mensalão e do petrolão dão um jeito de acusar seus acusadores e de culpar os mensageiros pelo teor ingrato das mensagens. Não cola.

O banditismo petista há muito deixou de ser novidade. O estarrecedor é a inépcia que a presidente da República demonstra para desempenhar suas funções e defender o interesse público. “Se não entendeu a dimensão e a natureza do ataque à Petrobras, como poderá sanear e proteger a empresa?”, sintetizou Miriam Leitão no domingo.

Dilma cumpre papel num script que lhe foi ditado pelo marketing e pelo seu tutor. Definitivamente não sabe o que fazer diante da roubalheira sistêmica que se espalhou no aparato estatal como cancro, sob seu nariz e com o seu beneplácito, institucionalizada pelo PT. Revela-se espectadora e não protagonista de seu governo.

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