Superesportivos de Collor foram comprados para ficar na garagem

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Agência O Globo –

GUIA Malcom

RIO — Com asfalto liso e avenidas largas, Brasília é uma das poucas metrópoles do país em que se poderia usar um carro superesportivo com relativo conforto. Mas há um senão: a cidade é a capital nacional dos radares. São mais de 900 pardais, o que dá, aproximadamente, um controlador a cada 500m de pista. Nas vias mais rápidas o limite de velocidade é de meros 80km/h — e já se fala em baixar para tediosos 70km/h.

O aumento da fiscalização eletrônica e o medo da violência faz com que, no Brasil, os milionários mantenham seus supercarros parados na garagem. Nas oficinas especializadas, os defeitos mais comuns são injetores entupidos por falta de uso.

Da pequena frota de carros apreendida pela Polícia Federal na Casa da Dinda, residência do senador Fernando Collor, o modelo mais raro e valioso é o Lamborghini Aventador LP 700-4 Roadster. Lançado em dezembro de 2012, este conversível italiano tem carroceria inspirada nos caças tipo stealth (de baixa detecção por radar). Seu motor de 12 cilindros em V rende a incrível potência de 700cv. Com isso, o modelo é capaz de acelerar de 0 a 100km/h em, aproximadamente, 3 segundos e alcançar a máxima de 350km/h. A tração integral ajuda o motorista a controlar toda essa potência.

Hoje, o Aventador Roadster é o segundo modelo mais caro à venda no Brasil: custa R$ 3,8 milhões, perde apenas para o Rolls-Royce Phantom. Um detalhe interessante do carro apreendido pela Polícia Federal é a placa FCL-0700 — provavelmente escolhida pelas iniciais de Collor, mais um “L” de Lamborghini e o 700 referente à potência do carro.

Já a Ferrari 458 Italia encanta Collor desde o Salão de São Paulo de 2010, quando ele entrou no estande da marca para ver o carro. Fora de linha, tem motor V8 de 570cv. A aceleração de 0 a 100km/h é feita nos mesmos 3 segundos do Aventador, mas a velocidade máxima é menor: “apenas” 325km/h. Os últimos exemplares 0km no Brasil foram vendidos por R$ 1,9 milhão.

A PF levou também um Porsche Panamera S, modelo alemão que parece tímido e desajeitado perto das supermáquinas italianas. É um carro enorme, com quatro portas e alto luxo. Custa R$ 693 mil.

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